
A versão PlayStation Portable de Spider-Man 2 utiliza o mesmo motor gráfico de Spider-Man de 2002. Por isso, a jogabilidade é praticamente inalterada e muitas localizações do primeiro jogo são reutilizadas, assim como seu sistema de pontuação, que atribui uma pontuação aos jogadores ao final de cada fase com base em vários fatores, como o tempo gasto para completar a fase e o número de combos utilizados. O jogador pode escalar paredes e utilizar o aranha-pulo, embora o Homem-Aranha só consiga se mover em linha reta. Eles também podem fixar a câmera em certos inimigos e prendê-los com teia. Como Homem-Aranha, os jogadores devem dominar novos combos enquanto protegem a cidade de Manhattan dos nefastos Doutor Octopus e outros clássicos vilões da Marvel, balançando, pulando e escorregando por paredes em 19 novas fases que vão além do filme. Com uma profundidade de jogabilidade sem precedentes, os jogadores vivenciam histórias originais e enfrentam ambientes 3D gráficamente ricos. Balance, suba e aranha-pule por ambientes 3D interativos enquanto experimenta cenários, locais e personagens baseados no filme de sucesso e outros exclusivos do jogo. Além do Doutor Octopus, os jogadores devem combater uma infinidade de personagens do lendário Hall das Vilanias do Homem-Aranha, como Mysterio, Rhino, Shocker e Coruja. Utilizando o poder gráfico do PSP, o Homem-Aranha 2 oferece gráficos 3D impressionantes, semelhantes aos de uma console, e uma jogabilidade extremamente imersiva, nunca antes vista em um jogo de Homem-Aranha para portátil. Além do conjunto característico de movimentos do Homem-Aranha, que inclui escalar paredes, puxar com teia e prender com teia, o Homem-Aranha 2 para PSP traz uma série de novos movimentos para o portátil, como "coco", "teia em rede" e "bola de teia pesada".
Enquanto patrulhava a cidade em um dia, o Homem-Aranha avista vários bandidos tentando assaltar um banco e os impede. Mais tarde, naquela noite, após jantar com seus amigos Mary Jane Watson (para quem ele nutre sentimentos secretos) e Harry Osborn (que odeia o Homem-Aranha, culpando-o pela morte de seu pai), Peter avista um caminhão sendo perseguido pela polícia e o segue até a ponte Queensboro, onde a perseguição resulta em um grave acidente de trânsito. Como Homem-Aranha, ele salva vários civis e policiais em perigo antes de seguir o caminhão até um armazém, onde encontra bandidos descarregando explosivos. Enquanto luta contra os criminosos, os explosivos provocam um incêndio devastador, mas o Homem-Aranha consegue apagar as chamas e lidar com os criminosos restantes. Mais tarde, Harry apresenta Peter ao Dr. Otto Octavius, um cientista nuclear que está tentando realizar um experimento de fusão energética, patrocinado pela Oscorp, que forneceria uma fonte inesgotável de energia para Manhattan. Octavius rapidamente se torna amigo de Peter e começa a orientá-lo. Enquanto manipula materiais perigosos, Octavius usa um colete com braços robóticos de tentáculo potentes equipados com inteligência artificial. Durante uma demonstração pública a qual Peter e Harry assistem, um pico de energia faz o reator de fusão se desestabilizar. Octavius se recusa a desligar o reator, que entra em condição crítica — matando sua esposa e queimando o chip inibidor que bloqueava os braços de seu sistema nervoso. Peter, como Homem-Aranha, desliga o experimento, destruindo-o no processo. Mais tarde, a inteligência artificial dos braços começa a influenciar Octavius, que se torna o vilão Doutor Octopus, determinado a concluir seu trabalho a qualquer custo.
| PSP | 23 de março de 2005 |
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